Nesta sexta-feira, 27, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 15 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentar as alegações finais no processo da suposta tentativa de golpe de Estado.
Dessa forma, a PGR dirá se é a favor ou contra a condenação dos oito réus da ação penal, que abrange o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na sequência do posicionamento da Procuradoria, o tenente-coronel Mauro Cid fará o mesmo, em virtude de ser o delator, no mesmo prazo.
Posteriormente, os demais réus também irão enviar ao STF seu posicionamento, em 15 dias. Os prazos processuais não serão paralisados durante o recesso forense, em julho. Isso porque um dos réus está preso, no caso, o ex-ministro Braga Netto. “Não serão suspensos no período de 2 a 31 de julho de 2025, em virtude de tratar-se de ação penal originária com a existência de réu preso”, determinou Moraes, na decisão.
Encerramento da fase de instrução por Moraes no caso do “golpe”
Nesta semana, mais precisamente na terça-feira, Moraes realizou as medidas mais recentes solicitadas pelos advogados, no caso, as acareações.
Conforme noticiou Oeste, o procedimento que vista a esclarecer contradições ocorreu entre Cid e Braga Netto; Anderson Torres e o general Marco Antônio Freire Gomes, comandante do Exército sob Bolsonaro.
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