Lula, o calendário eleitoral e a democracia como farsa
Quando o descondenado-em-chefe declarou, em Santiago do Chile, que “cumprir o calendário eleitoral a cada quatro ou cinco anos não é mais suficiente”, não improvisava, tampouco escorregava. Falava com a franqueza típica de quem já não se vê obrigado a dissimular. A frase, mais do que um lapsus autoritário, é a confissão de um projeto…

